A suficiência de Jesus é a verdade mais importante da Igreja. Nós ao vermos a Igreja precisamos ter consciência que Jesus é suficiente. Isso significa que nada, mas é nada mesmo nos falta. Vejamos três pontos que definem para nós que Jesus é suficiente para a Igreja.

1. O Evangelho da Graça – João 1:17

Quando Jesus aparece seja em qualquer circunstância, duas coisas manifestam com Ele, graça e verdade. Veja, a Lei foi dada, mas a Graça veio. Isso significa que a Lei nos remete a um relacionamento com Deus a distância. Agora quando a graça veio foi o próprio Deus tomando forma humana, é um relacionamento próximo e pessoal. Nós como Hebrom, temos essa mensagem gravada em nosso coração. Isso significa que na Igreja o que Jesus fez é suficiente e não o que o homem pode fazer. O Evangelho é a boa notícia da obra que Jesus realizou. Seu serviço é só um reflexo do seu coração cheio de generosidade por tamanho amor que Deus dispensou a você.  

2. Obra consumada – João 19:30

A palavra em grego inclinar significa descansou. Jesus disse: …mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça (Lucas 9:58). Essa palavra reclinar é a mesma (klino). Isso significa que quando Jesus disse está consumado ele achou um lugar para descansar. Enquanto estava aqui vivo não havia descanso porque a obra não estava consumada! Que lugar de descanso é esse?

É o lugar que Ele pode dizer para você: Eu te amei ao ponto de morrer na cruz por você e foi lá que eu provei meu amor por você. Agora que você já sabe descanse o meu amor. Isso significa que o descanso de Deus é dizer e provar que te ama.

Eu vejo uma Igreja que sabe que a obra consumada de Jesus é suficiente! Que sabe que não há mais dívida, tudo já está pago. Que sabe que é muitíssimo amado(a). Eu vejo uma Igreja que é responsiva a esse amor.

3. Jesus é o nosso contexto – Hebreus 1:1-3

O que significa Jesus ser o nosso contexto? Jesus é a expressão exata de Deus, ou seja, tudo o que pensamos sobre Deus que não está em Jesus, devemos jogar fora.

Hoje nós vivemos um momento que precisamos mais falar do que Deus não é, do que aquilo que Ele é. Por exemplo: Deus não é bravo, Deus não está triste com você, Deus não deseja te castigar, etc. Jesus precisa ser o nosso contexto o tempo todo.

Tudo é sobre Jesus, tudo é para Jesus, tudo veio de Jesus, tudo volta para Jesus. Como Igreja nós não queremos outra coisa a não ser exaltar Jesus! Onde Jesus é exaltados todos se sentem bem-vindos. 

Quando você começa a se relacionar com Jesus você não quer mais ser você, agora, você quer ser Ele. Isso é inevitável! É por isso que Jesus é suficiente! Eu vejo uma Igreja onde Jesus é suficiente, do começo ao fim.

Não apenas na mensagem do púlpito, mas no dia a dia dos irmãos. O mundo não conhece Jesus aqui no púlpito, mas quando olharem para nós em nosso viver manifestando graça uns aos outros, eles saberão que o Evangelho da graça não é só do púlpito, mas um estilo de vida.

Hoje, se alguém quer graça tem que encontrar com você. E assim, nos tornamos a personificação da graça de Deus. 

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